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Crédito para empresas está mais barato, mas acesso ainda é restrito

As recentes reduções de juros dos bancos para empresas baratearam o crédito, mas não necessariamente facilitaram o acesso do pequeno empreendedor ao capital. Se, por um lado, o custo do empréstimo está menor, por outro, as barreiras para acessar as taxas mínimas oferecidas ainda são grandes.

No Banco do Brasil, por exemplo, os novos juros de cheque especial e cartão de crédito empresarial são válidos somente para quem aderir ao serviço de assessoria financeira pessoa jurídica. No caso das outras linhas de crédito para empresas, como capital de giro, os clientes têm acesso às taxas reduzidas, mas estão sujeitos antes à análise de crédito.

Bradesco, Caixa, Itaú e Santander informaram que não é necessario aderir a serviços específicos para acessar as novas taxas, mas os correntistas precisam passar por avaliação de crédito e risco antes da liberação. De acordo com o resultado, o valor do juro pode variar.

Em todos os bancos, essa análise leva em conta a quantia pretendida, a capacidade de pagamento da dívida e o relacionamento do cliente com a instituição financeira e com o mercado. Investimentos, dívidas, patrimônio da empresa pesam na liberação e no cálculo da taxa contratada.

Bancos aumentam garantias para reduzir riscos

As garantias também dificultam o acesso a quem deseja obter recursos para o seu negócio. Cada linha de crédito possui condições próprias. Conforme a modalidade, os bancos podem exigir compensações ao não pagamento que vão desde valores aplicados em investimentos até a alienação de equipamentos, estoque, recebíveis, veículos ou imóveis da empresa. 

Vincent Baron, diretor da Naxentia, consultoria especializada em pequenas e médias empresas, diz que quando há queda de juros a tendência natural dos bancos é aumentar as exigências, já que o lucro na operação fica menor e é preciso reduzir riscos. “Eles [bancos] optam por emprestar com mais garantias”, diz.

Segundo ele, o movimento de queda dos juros puxado por bancos federais e acompanhado pelas instituições privadas é uma forma de irrigar o mercado e compensar possíveis efeitos da crise internacional.

“Os bancos são pressionados a baixar os juros para movimentar a economia, mas não podem correr grandes riscos. Eles têm duas opções: emprestar quantias menores, que dão menos retorno, ou aumentar a exigência de garantias para empréstimos de maiores quantias”, afirma.

Inadimplência do consumidor dispara 23,7% em abril, diz Serasa

O nível de inadimplência dos consumidores brasileiros aumentou em 23,7% em abril na comparação com o mesmo mês em 2011, puxado pelas dívidas não bancárias, informou nesta quarta-feira a Serasa Experian. 

Já em relação a março, houve alta de 4,8%, a maior variação mensal para abril desde 2002. Nos quatro primeiros meses de 2012, enquanto isso, o indicador acumula expansão de 19,6%.

“O aumento da inadimplência do consumidor mostra que as dificuldades de honrar as despesas de início de ano, aliadas ao endividamento crescente, se estenderam para além do mês de março, considerado o mais crítico do ano”, afirmaram os economistas da Serasa, em nota. 

O resultado em abril foi marcado por aumento de 8,8% nas dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços) ante março. Na sequência ficaram as dívidas com bancos, que cresceram 4,3%. 

Em contrapartida, os títulos protestados e os cheques sem fundos ajudaram a conter o avanço do índice, com quedas mensais de 13,7% e 7,4%, respectivamente. 

Em termos de valor das dívidas, as não bancárias também responderam pelo maior aumento nos quatro primeiros meses do ano, de 23,8%, para a média de R$ 386,70.

American Airlines planeja 17 novos voos entre EUA e Brasil

SÃO PAULO, 16 Mai (Reuters) – A American Airlines apresentou ao Departamento de Transportes dos Estados Unidos um requerimento para adicionar 17 voos entre os EUA e o Brasil à sua frequência semanal, disse nesta quarta-feira (16) a empresa em comunicado. 

As frequências serão usadas para aumentar os voos envolvendo as cidades americanas de Miami, Nova York e Dallas e as cidades brasileiras de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Manaus, Brasília e Salvador, informou a companhia.

Lei de Acesso à Informação faz votos do Copom sobre juros ficarem públicos 

Os votos de cada integrante do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, passarão a ser públicos, informou o BC nesta quarta-feira (16). O Copom decide a Selic (taxa básica de juros).

A divulgação dos votos passará a valer já na próxima reunião do Copom, nos dias 29 e 30 deste mês. Segundo o BC, a mudança ocorre para se adequar à nova Lei de Acesso à Informação.

A Lei de Acesso à Informação entrou em vigor nesta quarta-feira com o objetivo de garantir aos cidadãos brasileiros acesso aos dados oficiais do Executivo, Legislativo e Judiciário. Cada órgão público terá um Serviço de Informação ao Cidadão (SIC) para garantir a transparência dos dados públicos.

Com isso, o Brasil passa a compor, com outros 91 países, o grupo de nações que reconhecem que as informações guardadas pelo Estado são um bem público.

Além dos gastos financeiros e de contratos, a lei garante o acompanhamento de dados gerais de programas, ações, projetos e obras. Os links nas páginas do governo federal que dão ao cidadão pleno acesso às informações são identificados por um selo em forma de balão amarelo de quadrinhos, com a letra “i” em verde.

(Com informações da Reuters) 

Petrobras perde liderança em valor de mercado para empresa colombiana 

A brasileira Petrobras perdeu a liderança em valor de mercado na América Latina para a colombiana Ecopetrol, segundo levantamento da consultoria Economatica.

No pregão desta terça-feira (16), a empresa brasileira fechou avaliada em US$ 123,8 bilhões, uma queda de US$ 31,57 bilhões no ano. Já a empresa colombiana fechou o dia com valor de mercado de US$ 126,7 bilhões. Com isso, a Petrobras registrou o menor valor de fechamento em mais de três anos.

A valorização do dólar nos últimos dias foi uma das causas para a queda do valor de mercado da Petrobras.

Com o balanço da Petrobras do primeiro trimestre de 2012, a rentabilidade sobre o patrimônio liquido (ROE) caiu para 9,7%, valor que não era atingido pela empresa desde o quarto trimestre de 1999. O calculo do ROE é efetuado dividindo o lucro liquido da empresa pelo patrimônio liquido médio.

Balanço

A Petrobras (PETR4) teve lucro líquido de R$ 9,21 bilhões no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 16% na comparação com o mesmo período de 2011, informou a companhia em comunicado. 

Ainda assim, o lucro registrado superou a expectativa média de analistas, que previam lucro de R$ 7,7 bilhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia no período somou R$ 16,52 bilhões, uma alta de 4% ante igual período do ano passado. 

A receita com as vendas da Petrobras no primeiro trimestre somou R$ 66,13 bilhões, alta de 22%.

(Com informações da Reuters)

Desapropriação de imóveis: saiba quais são os seus direitos

SÃO PAULO – Nesta semana, foram iniciadas diversas discussões sobre a desapropriação que o Metrô fará nos bairros da Freguesia do Ó, Lapa, Barra Funda, Perdizes, Consolação, Bela Vista e Liberdade para a construção da linha Laranja.

Serão despropriados 406 imóveis, mas quais são os direitos dos proprietários dessas residências ou estabelecimentos comerciais quando o assunto é a desapropriação?

Quem tem direito?
Durante o processo de desapropriação, os proprietários dos imóveis têm direito de receber uma indenização do Metrô, já os inquilinos comerciais, se quiserem ser indenizados precisam entrar com uma ação na justiça, enquanto os inqulinos residenciais não possuem direitos. Entenda:

Proprietários: assim que começam as especulações sobre a desapropriação, os proprietários regulares ou possuidores, no caso de usucapião, devem procurar o responsável pela ação de desapropriação para saber quando ela será executada, para evitar o desespero e sair do imóvel sem ter certeza que a obra será feita.

Caso aceite o valor proposto pelo Metrô, neste caso, o proprietário sai da casa num prazo que pode ser negociado com o responsável pela obra. Já se houver desacordo, é possível entrar com uma ação na justiça para aumentar o valor oferecido, porém, neste caso a desapropriação se torna mais lenta. Além disso, não é possível se opor à obra, a desapropriação é inevitável.

Um fator importante a ser considerado pelo proprietário é que, ao sair o primeiro laudo, se o poder desapropriante tiver de pagar o valor solicitado, mesmo que o dinheiro ainda esteja em juízo, a propriedade poderá ser desapropriada e, mesmo sem o valor em mãos, o morador deverá deixar o local, sendo passível de negociação.

De acordo com o especialista em desapropriação e advogado do escritório Pires & Gonçalves Advogados Associados, Lucas Souza, é importante que o proprietário do imóvel procure outra residência assim que for notificado, considerando um valor médio de indenização de R$ 500 mil a R$ 600 mil.

Inquilinos: nos casos em que o imóvel desapropriado for um estabelecimento comercial, o inquilino pode entrar com ação de perdas e danos contra o poder desapropriante, uma vez que apenas o proprietário do imóvel será indenizado. Para isso, é necessário provar que o estabelecimento está no local a mais de três anos, além de mostrar o contrato por tempo determinado ou a escrituração contrábil.

Já nas residências alugadas, o inquilino não possui direitos. Nestes casos, não há pagamento de rescisão contratual nem por parte do inquilino ou do proprietário, porém, quem se sentir lesado poderá entrar em ação para requerer do dono do imóvel ressarcimento por benefícios feitos na moradia.

Comprador: quem se depara com uma oferta de imóveis numa região que poderá ser desapropriada é importante procurar primeiramente o setor de desapropriação da prefeitura e solicitar o mapa de abrangência da desapropriação, com os endereços e imóveis escolhidos. Caso compre o imóvel e após um mês descubra que ele será desapropriado, o comprador poderá exigir do vendedor na justiça, uma indenização por perdas e danos desde que prove que houve má fé.

Acionistas do Casino apoiam retirada de Abilio Diniz do conselho 

A maioria esmagadora dos acionistas do Casino votou nesta sexta-feira a favor da decisão do grupo varejista francês de remover dois membros do seu conselho de administração, entre eles o empresário Abilio Diniz, em meio a entraves no Brasil e na França. 

O presidente-executivo do Casino, Jean-Charles Naouri, também afirmou em encontro anual de acionistas que a tendência para os negócios no seu mercado doméstico ficou inalterada no mês passado ante o primeiro trimestre, e manteve a previsão de crescimento de 10% para a receita este ano. 

O Casino havia informado em março que seu conselho de diretores propôs a não renovação do mandato do presidente do conselho do Grupo Pão de Açúcar (PCAR4), após disputa travada pela tentativa do empresário de adquirir o Carrefour no Brasil, principal rival do Casino na França. 

O conselho também propôs não renovar o mandato de Philippe Houze, presidente da varejista Monoprix, cujo controle é compartilhado pelo Casino e pela Galeria Lafayette. A Monoprix tem sido alvo de uma disputa por participação e controle entre ambas as companhias. 

Os acionistas do Casino votaram a favor das propostas relacionadas a Diniz e a Houze em 99,74% e 99,85%, respectivamente.

A varejista francesa se prepara para assumir o controle do Pão de Açúcar em junho, em um movimento que reduzirá a influência de Diniz sobre o grupo. 

Planos para o Brasil

Em março, o Casino afirmou que irá exercer seu direito de se tornar o único acionista controlador do Pão de Açúcar em 22 de junho, o que era previsto em acordo de acionistas assinado em 2005. 

A empresa francesa tem elevado sua participação em mercados como Brasil, Colômbia, Uruguai, Vietnã e Tailândia, ao passo que os gastos com consumo na Europa têm sido prejudicados pelo aumento de preços. 

“Em 2012, manteremos nossa estratégia de aumento da rentabilidade em países em crescimento onde aceleraremos nossa expansão em nossos vários formatos. Na França continuaremos a desenvolver formatos de conveniência e lojas de desconto”, disse Naouri. 

As vendas internacionais equivalem a 49% das receitas do Casino, sendo que o Brasil, que responde por 50 por cento, é atualmente o segundo maior mercado da companhia depois da França. 

Após assumir o controle do Pão de Açúcar, o Casino estará apto para consolidar totalmente a varejista brasileira ao seu balanço este ano, mudando de forma drástica seu perfil de crescimento. 

Naouri disse aos acionistas nesta sexta-feira que o Casino quer “acelerar a expansão nos segmentos alimentar e não-alimentar no Brasil” e desenvolver a bandeira Minimercado Extra, assim como o Assaí. 

No segmento não-alimentar, o Casino quer que o Grupo Pão de Açúcar prossiga com a integração de Casas Bahia e Ponto Frio, enquanto planeja a abertura de 60 lojas e o crescimento em comércio eletrônico. 

Pequenos investidores não sairão da poupança tão cedo, mas há boas alternativas 

SÃO PAULO – Os pequenos investidores não sairão correndo da caderneta de poupança apenas por conta da mudança na rentabilidade que entrou em vigor no último dia 4, na opinião de especialistas em investimentos.

Isto porque a  poupança é uma aplicação que está atrelada à cultura da população e levará um bom tempo para que os pequenos poupadores comecem a procurar outras opções. “No Brasil, quando a criança nasce, é comum que os pais abram uma caderneta de poupança para ela”, afirma o diretor da AZ Investimentos, Ricardo Zeno. “Já nos Estados Unidos é diferente. As pessoas praticamente nascem investindo em ações”, completa.

Isso porque há muito tempo a taxa de juros dos EUA é praticamente zero, o que torna os títulos de renda fixa pouco atrativos. “Lá as pessoas precisam buscar alternativas para os investimentos”, ressalta Zeno.

Entretanto, é importante lembrar que por aqui também existem diversas alternativas à caderneta de poupança que oferecem risco muito parecido e devem ser analisadas, pois podem garantir uma rentabilidade bem mais atrativa – especialmente no longo prazo.

“Sou a favor da quebra de paradigmas. Se for para conseguir um melhor resultado, se o investidor se sente insatisfeito com a rentabilidade da poupança ou de outra aplicação, ele deve procurar alternativas”, afirma Zeno.

Alternativas à caderneta
Entre os investimentos que oferecem risco tão baixo quanto a caderneta de poupança, estão os títulos do Tesouro Direto, o CDB (Certificado de Depósito Bancário) e as LCI (Letras de Crédito Imobiliário).

No caso do Tesouro, a chance de calote é muito pequena, já que eles são títulos de dívida do Governo – e por isso, os mais seguros do país. No caso do CDB e da LCI, assim como na poupança, o investidor tem a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para aplicações de até R$ 70 mil, em caso de quebra da instituição.

Assim, com investimentos de risco parecido, é importante comparar e analisar a melhor opção. “É preciso olhar algumas questões, como o prazo do investimento, por conta da incidência de Imposto de Renda”, explica Zeno. Quanto mais tempo ficar com o dinheiro aplicado, menor será a alíquota cobrada – a taxa varia de 22,5% (para aplicações de até 6 meses) a 15% para investimentos superiores a 2 anos, sempre sobre a rentabilidade.

Entre os exemplos citados, a vantagem da LCI é justamente a isenção do IR, assim como a caderneta de poupança. Já no CDB e o Tesouro há incidência de imposto, por isso esta conta deve entrar na análise do investimento.

Os fundos de investimentos também podem ser uma boa alternativa, mas neste caso é preciso se atentar para outro ponto importante: a taxa de administração, que também impacta diretamente no resultado final da aplicação. Para se ter uma ideia, um levantamento da XP Investimentos mostrou que a diferença entre a taxa de administração de um fundo DI de um grande banco e de uma gestora independente pode chegar a 1.400%, o que impacta diretamente na rentabilidade.

E a Bolsa?
Para o analista da Leme Investimentos, João Pedro Brugger, a mudança na remuneração da poupança e a conseqüente continuidade na redução dos juros não deve fazer com que os investidores enxerguem imediatamente a bolsa de valores como uma opção.

“Não acho que seja algo que vá mudar de uma hora para outra. As pessoas até podem começar a se interessar mais pelo mercado acionário, mas isso leva um tempo e ocorre de forma mais gradativa. Elas primeiro vão olhar para outros títulos de renda fixa mais arriscados, para aos poucos começarem a pensar em bolsa”, afirma.

Crescimento da demanda por cacau exige produtividade maior, diz Mars

Londres, 25 – A fabricante britânica de chocolates Mars disse nesta quarta-feira que será necessário 1 milhão de toneladas de cacau a mais para satisfazer a demanda global até 2020, caso nenhuma medida seja colocada em prática para aumentar a produtividade nos países produtores. O alerta foi feito pelo diretor global de cacau da empresa, Andrew Harner.

A queda na oferta da amêndoa é um risco para empresas que fabricam chocolate ao redor do mundo, como a Mars, que não conseguiriam evitar o aumento nos preços. “Estamos muito preocupados com os estoques de cacau de longo prazo do maior produtor mundial, a Costa do Marfim”, disse Harner. “Se continuarmos nesse ritmo, com a demanda e a oferta se mantendo, vamos precisar de outra Costa do Marfim até 2020.”

Ao todo, a África Ocidental responde por 70% da produção mundial. No entanto, “todos os anos, pragas e doenças são responsáveis pela perda de 25 a 35% dessa produção”, dis. As informações são da Dow Jones.

Acompanhe a tabela para pagamento do IPVA na Bahia

Pagamento com desconto de 10% IPVA 2012 se antecipado até o dia 29/02/2012

CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DE IPVA 2012
FINAL
PARCELAMENTO
PAGAMENTO EM COTA ÚNICA
1 ª COTA
até
2ª COTA
até
3ª COTA
até
COM DESCONTO DE 5%
SEM
 DESCONTO

1

15/03/2012

19/04/2012

17/05/2012

15/03/2012

17/05/2012

2

16/03/2012

20/04/2012

18/05/2012

16/03/2012

18/05/2012

3

19/04/2012

17/05/2012

14/06/2012

19/04/2012

14/06/2012

4

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18/05/2012

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Sobre o IPVA pago após o vencimento, haverá incidência de acréscimos moratórios correspondentes a:

0,11% sobre o valor principal multiplicado pelo número de dias em atraso, no atraso de até 30 dias dentro do mês de vencimento;

0,11% sobre o valor principal multiplicado pelo número de dias em atraso, limitado ao máximo de 10%, mais taxa SELIC acumulada até o mês anterior ao do pagamento, menos taxa SELIC acumulada no mês do vencimento, mais 1%.

Local para pagamento:
Em qualquer agência do Bradesco, capital, interior e outras UF;
Nas agências do Banco do Brasil e Correspondentes Bancários do Banco do Brasil.
Licenciamento Integrado, veja mais informações.

Os clientes do Banco do Brasil não conseguiram fazer transferências nem retirar o dinheiro aplicado na poupança durante grande parte desta quinta-feira (10).

O sistema de aplicações e resgates da caderneta de poupança do BB ficou fora do ar desde a madrugada e a situação só foi normalizada no fim da tarde, segundo a assessoria de imprensa do banco.

O problema foi decorrente da adaptação do sistema do banco à nova regra de rentabilidade da poupança, anunciada pelo governo na semana passada, informou o BB.

Também não era possível conferir o extrato das aplicações. Esse problema ainda gerou um atraso no processamento de parte das operações realizadas na quarta-feira.

“O Banco do Brasil ressalta que não haverá prejuízo aos clientes, que terão suas movimentações devidamente regularizadas”, disse o banco em nota.

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